

Essa é a foto de casamento de Alice e Halim Maatouk os imigrantes libaneses que, décadas depois, fundariam o restaurante que hoje leva o nome de Alice. Contar histórias em volta da mesa, celebrar união com comida farta e generosa, é parte da cultura libanesa desde muito antes de virar negócio. Não é coincidência que a culinária árabe-libanesa combine tão bem com casamentos: é uma cozinha feita para ser compartilhada.
Neste guia, explicamos por que o catering libanês funciona bem em casamentos, como montar o cardápio para esse tipo de celebração, e como funciona o catering de casamento do Alice Monte Líbano.
Por que a culinária árabe-libanesa funciona bem em casamentos
O mezze, a tradição de servir várias pastas, saladas e pratos pequenos para compartilhar, já nasceu social. Diferente de um prato individual fechado, o mezze convida os convidados a conversar, provar um pouco de cada coisa, repetir o que gostaram. É exatamente o clima que a maioria dos casamentos busca: fartura, generosidade e mesa compartilhada, não porções contadas.
Em casamentos libaneses tradicionais, a fartura da mesa não é exagero, é linguagem cultural. Servir comida em abundância é uma forma direta de expressar generosidade e cuidado com os convidados, e o cardápio típico de um casamento no Líbano costuma reunir praticamente o repertório inteiro da culinária: kibe, kafta, tabule, fatuche, arroz e, na sobremesa, doces como baklava e maamoul. É a mesma lógica de fartura compartilhada que orienta o catering de casamento do Alice Monte Líbano.
Além disso, a culinária libanesa naturalmente contempla quem não come carne (pratos como homus, tabule, babaganoush e falafel são vegetarianos por padrão, não como adaptação), o que facilita muito montar um cardápio de casamento que agrada a uma lista de convidados com restrições variadas, sem precisar de um menu totalmente à parte.
Como montar o cardápio de um casamento libanês


Um cardápio de casamento libanês costuma seguir uma lógica em camadas, pensada para acompanhar o ritmo da festa:
- Recepção / coquetel de boas-vindas: esfihas e kibe frito no tamanho mini, charutos de folha de uva com coalhada, e mezze frio em formato volante, para os convidados circularem enquanto a cerimônia é finalizada.
- Mesa de mezze: homus, babaganoush, coalhada seca, tabule e pão sírio, servidos em estações ou nas mesas, criando o clima de fartura compartilhada.
- Pratos principais: kibe assado, arroz com cordeiro, grelhados, dependendo do formato (buffet ou jantar sentado).
- Fechamento: café árabe e doces, para encerrar a refeição no tom certo.
Formatos de serviço: qual escolher
| Formato | Como funciona | Ideal para |
|---|---|---|
| Coquetel volante | Garçons circulam com bandejas de itens individuais (mini-esfihas, charutos, mini-kibes) | Recepção, cerimônias ao ar livre, celebrações mais informais |
| Buffet | Convidados se servem em estações ou mesa central com o cardápio completo | Casamentos maiores, com liberdade de escolha para os convidados |
| Jantar sentado | Pratos servidos à mesa, em etapas | Celebrações mais formais e intimistas |
O catering do Alice Monte Líbano se adapta aos três formatos, com cardápio ajustado conforme o número de convidados e o estilo da celebração.
Catering de casamento x catering corporativo: o que muda
A base gastronômica é a mesma a mesma cozinha, os mesmos ingredientes, o mesmo padrão de qualidade. O que muda é a curadoria: um catering corporativo prioriza praticidade e horário (almoços executivos, coffee breaks, jantares de negócio), enquanto o catering de casamento prioriza experiência e apresentação, mais tempo de mesa, mais cuidado com o visual do prato, um cardápio pensado para durar a festa inteira.
Para celebrações menores, o Espaço Convivium também pode ser uma opção com capacidade de até 40 pessoas, funcionando bem para casamentos mais intimistas realizados no próprio espaço, com estrutura e gastronomia já integradas.
O diferencial de um catering com história por trás
Existe uma diferença entre contratar um buffet genérico que “também faz comida árabe” e contratar uma casa que carrega a tradição libanesa como identidade. O Alice Monte Líbano nasceu em 1973, fundado por Halim e Alice Maatouk, os mesmos da foto no início deste artigo, e hoje é conduzido pela Chef Regina Maatouk (foto abaixo), filha dos fundadores, que aprendeu o ponto de cada prato observando a própria mãe.


Para quem está organizando um casamento, isso se traduz em algo prático: receitas que não foram criadas para impressionar uma vez, mas aperfeiçoadas ao longo de décadas para serem consistentes o kibe do seu casamento vai ter o mesmo padrão do kibe servido no restaurante há 50 anos.
| 💬 @alissarmarraui, Instagram: “Parabéns a esse casal… a comida é um ritual… cozinhar para os outros é uma demonstração de amor.” |
Perguntas frequentes
O catering do Alice Monte Líbano atende casamentos fora da Vila Olímpia?
O catering pode ser levado para o local do seu evento em São Paulo, ou em outras cidades mediante consulta. Para eventos realizados no próprio restaurante, o Espaço Convivium está disponível na Vila Olímpia.
É possível adaptar o cardápio para convidados vegetarianos ou com restrições?
Sim. A culinária libanesa já tem uma base ampla de pratos vegetarianos (homus, tabule, babaganoush, falafel, arrozes), o que facilita incluir opções sem descaracterizar o cardápio.
Com quanto tempo de antecedência devo fechar o catering do casamento?
Recomenda-se entrar em contato com antecedência para garantir disponibilidade de data e ajustar o cardápio com calma, especialmente em datas de alta demanda, como fins de semana e alta temporada de casamentos.
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