

Um dia na cozinha Alice Monte Líbano começa cedo. Antes de virar Chef Regina, ela era só Regina, a filha mais nova que passava as tardes na cozinha de casa vendo a mãe, Dona Alice, temperar o kibe com a mão e não com colher de medida. Hoje, décadas depois, é ela quem abre a cozinha do Alice Monte Líbano todos os dias. Acompanhamos como é um dia de trabalho por trás do restaurante que leva o nome da mãe.
Um dia na cozinha Alice Monte Líbano: de manhã cedo, onde tudo começa
O movimento na cozinha do Alice Monte Líbano começa bem antes do restaurante abrir as portas para o almoço. É o momento de conferir os ingredientes do dia, revisar o que vai para o cardápio do salão, o que precisa ser preparado para pedidos de delivery, e o que entra na produção da rotisserie, porque, na prática, uma única cozinha abastece os cinco jeitos diferentes de alguém comer a comida do Alice Monte Líbano: no salão, no delivery, na rotisserie ultracongelada, no catering de eventos e no Espaço Convivium.
A herança que guia cada decisão na cozinha
O restaurante nasceu em 1973 como Monte Líbano, na região da Rua 25 de Março, fundado por Halim e Alice Maatouk, dois imigrantes libaneses que trouxeram para São Paulo as receitas que aprenderam ainda no Líbano. Por quase cinco décadas, o Monte Líbano foi ponto de referência da culinária árabe na cidade. Depois do falecimento dos fundadores, o restaurante passou pela gestão da Chef Regina, até a mudança, em novo endereço na Vila Olímpia, com o nome atual: Alice Monte Líbano, uma homenagem direta à matriarca.
Foi a filha caçula, Regina, quem assumiu a cozinha e, com ela, a responsabilidade de manter viva uma receita de família que nunca foi escrita formalmente, só passada de mãe para filha, no olho e na mão.
O dom, não o diploma
Regina não estudou gastronomia em escola formal. Aprendeu do jeito que Dona Alice também aprendeu: em casa, na cozinha da própria mãe, desde menina. Não existe curso que ensine a reconhecer o ponto certo do kibe cru só pelo tato, ou a quantidade exata de zaatar só pelo cheiro. Isso se aprende observando, repetindo, errando e acertando ao longo de anos, dentro de casa, antes mesmo de virar profissão.
Essa tradição de aprendizado tem uma curiosidade que atravessa a própria família: Halim, o fundador, tinha o hábito de provar um prato em algum lugar e, de cabeça, identificar cada ingrediente usado e depois reproduzir a receita em casa só de memória e paladar. Não era técnica de escola de cozinha. Era o tipo de talento que não se ensina, só se herda e se pratica. É esse mesmo instinto, sem fórmula escrita, que guia Regina até hoje.
Isso significa que, antes de qualquer prato novo entrar no cardápio, ele passa pelo crivo de “isso é fiel ao que minha mãe faria?” um filtro que nenhuma técnica de cozinha substitui.
A Cozinha 4.0 em ação


Onde a tradição da Chef Regina encontra tecnologia é na chamada Cozinha 4.0, o sistema de preparo que combina técnicas como Cooking and Chill, Sous Vide e ultracongelamento sanitário. Na prática, isso permite que a mesma receita de família seja produzida em maior escala, com o mesmo padrão, seja para uma mesa do salão, um pedido de delivery ou um evento de 40 pessoas no Espaço Convivium.


É essa estrutura que torna possível uma coisa que pareceria contraditória: manter o sabor artesanal de uma receita de 1973 enquanto se atende, no mesmo dia, o salão, o delivery, um catering corporativo e um evento no Convivium, tudo saindo da mesma cozinha, com o mesmo padrão de qualidade.
O ritmo muda, o padrão não
Um dia normal de cozinha pode incluir a produção do cardápio do almoço executivo, a montagem de um pedido de delivery corporativo para um escritório da Faria Lima, a produção de esfihas e kibe assado para a rotisserie, e a curadoria de cardápio para um evento corporativo marcado para a semana seguinte. São públicos e formatos diferentes, mas a régua de qualidade é sempre a mesma, porque, no fim, é a mesma cozinha, a mesma equipe e a mesma Chef.
Reconhecimento que vem de fora
A tradição da casa não fica só na família, foi reconhecida por quem cobre gastronomia em São Paulo. Dona Alice Maatouk foi eleita personalidade gastronômica pelo Guia Veja São Paulo Comer & Beber 2015, ainda na época do Monte Líbano original na 25 de Março. Depois da reabertura na Vila Olímpia, o Alice Monte Líbano voltou a ganhar espaço na imprensa gastronômica, incluindo cobertura do site Taste & Fly sobre a nova fase do restaurante.
A Cozinha 4.0 também virou case: a RATIONAL, fabricante alemã de equipamentos profissionais usada pelos restaurantes mais avançados do mundo, apresenta o Alice Monte Líbano como cliente referência em vídeo institucional próprio, reconhecimento de que a tecnologia por trás da cozinha está no mesmo nível da tradição que ela preserva.
No dia a dia, esse padrão se reflete na avaliação dos próprios clientes: o restaurante mantém nota 4,9 de 5 no Google, com dezenas de avaliações, uma das notas mais altas entre os restaurantes árabes de São Paulo.
Por que isso importa para quem come
Para quem pede um kibe pelo delivery ou reserva o Convivium para um evento da empresa, essa estrutura por trás das cortinas normalmente passa despercebida. Mas é ela que garante que a experiência seja consistente, independente do canal escolhido, o mesmo tempero, o mesmo cuidado, a mesma receita que Dona Alice ensinou para a filha há décadas.
Conheça mais sobre a história completa da Chef Regina e do Alice Monte Líbano, ou venha experimentar de perto no salão do restaurante, na Vila Olímpia.
| 💬 @vivianmoliveira, Instagram: “Nós só temos que agradecer a vocês por tornarem nosso menu no Bistrô RATIONAL ainda mais incrível! Obrigada pela parceria de sempre.” |
| ⭐⭐⭐⭐⭐ HPM – Human Performance Mentoring, avaliação no Google: “Comida tradicional, sabor incrível, produzida com tecnologia de cozinha 4.0. Poucos restaurantes utilizam equipamentos de última geração para produzir seus pratos. Estou impressionado com a qualidade e o atendimento personalizado da Chef Regina; ela é a embaixadora da culinária árabe-libanesa.” |
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